22nd April 2013

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Montagem e Manipulação da imagem.

Deu origem a este pequeno projecto:

- Construção de um logótipo para uma nova marca de chocolate e a sua respetiva embalagem.

22nd April 2013

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Desenho vectorial

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26th February 2013

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“A Mensagem de Pessoa”


Todos temos um sonho
Que nos faz viver.
Todos temos um mito
Que nos faz mover.
Todos temos um destino
Para nos guiar.
Todos temos um império
Para conquistar!
 
Com um passado glorioso
Em que vencemos a incerteza,
Com a morte de D. Sebastião
Morre o sonho, morre a beleza.
 
O V Império está dentro de cada um de nós.
É o horizonte alcançado pela visão,
É a conquista da nossa lusa ressurreição!  
 

A Mensagem de Pessoa”

Todos temos um sonho

Que nos faz viver.

Todos temos um mito

Que nos faz mover.

Todos temos um destino

Para nos guiar.

Todos temos um império

Para conquistar!

 

Com um passado glorioso

Em que vencemos a incerteza,

Com a morte de D. Sebastião

Morre o sonho, morre a beleza.

 

O V Império está dentro de cada um de nós.

É o horizonte alcançado pela visão,

É a conquista da nossa lusa ressurreição! 

 

21st November 2012

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Tagged: 2012 Illustração

3rd June 2011

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“Ciclos"       (40 x 60 cm)


A chuva cai, as flores nascem
Nas estações, como em tudo da vida, vive-se ciclos
- Fases distintas numa retrospectiva vital -
 
Cada ciclo é diferente do anterior,
A porta de saída é também porta de entrada,
É assim que um ciclo e´ um ciclo 
- Não uma simples continuação - 
 
Num dia a lágrima cai com gosto,
Noutro, já cai de desgosto…
Mas é isso que dá vida à vida
E faz cada história: sentida!
 
Não saberia estar feliz
Se não tivesse momentos de tristeza,
Não saberia distinguir o bonito do feio
Se não tivesse os meus padrões de beleza.
 
Se a vida fosse um livro,
Os ciclos estariam descritos por imagens
Que se sucediam, umas atrás das outras.
 
A primeira imagem seria o rosto da minha mãe ao ver-me nascer;
A última, os olhos fechados num coração já sem força para bater;
Entre estas duas imagens: uma história.
Narrada em romance, drama, comédia, ou até mesmo conto.
E no final,
O livro seria reduzido ao meu corpo,
Triturado pelos bichos da terra que um dia desprezei!

Ciclos"       (40 x 60 cm)

A chuva cai, as flores nascem

Nas estações, como em tudo da vida, vive-se ciclos

- Fases distintas numa retrospectiva vital -

 

Cada ciclo é diferente do anterior,

A porta de saída é também porta de entrada,

É assim que um ciclo e´ um ciclo

- Não uma simples continuação -

 

Num dia a lágrima cai com gosto,

Noutro, já cai de desgosto…

Mas é isso que dá vida à vida

E faz cada história: sentida!

 

Não saberia estar feliz

Se não tivesse momentos de tristeza,

Não saberia distinguir o bonito do feio

Se não tivesse os meus padrões de beleza.

 

Se a vida fosse um livro,

Os ciclos estariam descritos por imagens

Que se sucediam, umas atrás das outras.

 

A primeira imagem seria o rosto da minha mãe ao ver-me nascer;

A última, os olhos fechados num coração já sem força para bater;

Entre estas duas imagens: uma história.

Narrada em romance, drama, comédia, ou até mesmo conto.

E no final,

O livro seria reduzido ao meu corpo,

Triturado pelos bichos da terra que um dia desprezei!

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3rd June 2011

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"Auto lição de vida"    (40 x 60 cm)


Prémio Escola da Minha Vida 2006-07, atribuído pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim
 
Escrevo direito
Por linhas tortas,
E dos meus erros
Ficam revoltas.
Guardo as palavras
De quem nunca vi,
E as acções 
De quem não esqueci.
 
Vivo em constante mutação
Uns dias bem, outros dias não.
 
Passo o tempo a prever 
O que o meu futuro vai escrever,
Passo o tempo a sonhar
Em o mundo mudar.
 
Vagueio na estrada
Sem rumo a seguir.
Trago a guitarra
A que me faz sorrir.
Procuro pessoas que não são realidade
Procuro lugares que não existem de verdade.

"Auto lição de vida"    (40 x 60 cm)

Prémio Escola da Minha Vida 2006-07, atribuído pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim

 

Escrevo direito

Por linhas tortas,

E dos meus erros

Ficam revoltas.

Guardo as palavras

De quem nunca vi,

E as acções

De quem não esqueci.

 

Vivo em constante mutação

Uns dias bem, outros dias não.

 

Passo o tempo a prever

O que o meu futuro vai escrever,

Passo o tempo a sonhar

Em o mundo mudar.

 

Vagueio na estrada

Sem rumo a seguir.

Trago a guitarra

A que me faz sorrir.

Procuro pessoas que não são realidade

Procuro lugares que não existem de verdade.

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3rd June 2011

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“De menina a mulher”


Cresceste entre o campo e a cidade,
Brincaste na luz, sonhaste na escuridão.
Na flor da primavera gritaste liberdade,
Conheceste o amor, viveste a paixão.
Abraçaste a vida como quem abraça o tempo,
Para não deixar fugir um único momento.
E agora és mulher!
Num perfil traçado pela alma,
Capaz de enfrentar tudo que vier,
Terna, doce, calma…
Que vive entre o sonho e a realidade,
Em busca do principal bem, a felicidade! 
 

De menina a mulher

Cresceste entre o campo e a cidade,

Brincaste na luz, sonhaste na escuridão.

Na flor da primavera gritaste liberdade,

Conheceste o amor, viveste a paixão.

Abraçaste a vida como quem abraça o tempo,

Para não deixar fugir um único momento.

E agora és mulher!

Num perfil traçado pela alma,

Capaz de enfrentar tudo que vier,

Terna, doce, calma…

Que vive entre o sonho e a realidade,

Em busca do principal bem, a felicidade!

 

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3rd June 2011

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"Esperança" ( 100 x 300 )


Quando o sol não ilumina
E a vida é obscura
Procuras na fonte divina
A salvação, a tua cura.
 
São várias as tempestades
Que temos que enfrentar,
Mas que haja ao fundo do túnel
Uma luz para nos guiar!
 
Que a razão se erga mais alto
Que o poder dos soberanos.
Que as tristezas sejam dias,
As alegrias anos!
 
Porque a esperança vai
Onde o corpo não pode tocar,
E mesmo quando cai,
Há sempre alguém para a levantar!

"Esperança" ( 100 x 300 )

Quando o sol não ilumina

E a vida é obscura

Procuras na fonte divina

A salvação, a tua cura.

 

São várias as tempestades

Que temos que enfrentar,

Mas que haja ao fundo do túnel

Uma luz para nos guiar!

 

Que a razão se erga mais alto

Que o poder dos soberanos.

Que as tristezas sejam dias,

As alegrias anos!

 

Porque a esperança vai

Onde o corpo não pode tocar,

E mesmo quando cai,

Há sempre alguém para a levantar!

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3rd June 2011

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"Mãe"


Nasci do rebentar do teu ventre alguns anos atrás.
Pela tua mão dei os primeiros passos,
E pelo teu encorajo resisti aos fracassos
Que só unidos poderíamos ultrapassar.
Rejeitei sarilhos com conselhos na hora certa,
Aqueles momentos em que uma mão aperta outra deserta
E uma voz nos toca ao ouvido,
A voz que traz a frase certa.
De lágrimas fiz sorrisos…
De momentos, recordações;
E os anos foram passando aos trambolhões.
A ingenuidade deu lugar à maturidade,
A dependência à independência,
E os putos, agora já crescidos,
Podem dizer com vaidade
Que tiveram uma verdadeira mãe!

"Mãe"

Nasci do rebentar do teu ventre alguns anos atrás.

Pela tua mão dei os primeiros passos,

E pelo teu encorajo resisti aos fracassos

Que só unidos poderíamos ultrapassar.

Rejeitei sarilhos com conselhos na hora certa,

Aqueles momentos em que uma mão aperta outra deserta

E uma voz nos toca ao ouvido,

A voz que traz a frase certa.

De lágrimas fiz sorrisos…

De momentos, recordações;

E os anos foram passando aos trambolhões.

A ingenuidade deu lugar à maturidade,

A dependência à independência,

E os putos, agora já crescidos,

Podem dizer com vaidade

Que tiveram uma verdadeira mãe!

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3rd June 2011

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"Início do Fim: Velhice"


Os passos ficam lentos,
Passam sempre por trilhos recalcados.
Os lábios perdem força
E a irreverência dá lugar ao silêncio.
A memória atraiçoa, vive da memória passada,
Sem a percepção de uma imagem futura,
Como se a morte chega-se de forma prematura!
A independência perde-se a pouco e pouco,
Fica-se aos cuidados de outrem.
Felizes aqueles que no calor do seu lar se despedem
E tristes aqueles que morrem sem ninguém!

"Início do Fim: Velhice"


Os passos ficam lentos,

Passam sempre por trilhos recalcados.

Os lábios perdem força

E a irreverência dá lugar ao silêncio.

A memória atraiçoa, vive da memória passada,

Sem a percepção de uma imagem futura,

Como se a morte chega-se de forma prematura!

A independência perde-se a pouco e pouco,

Fica-se aos cuidados de outrem.

Felizes aqueles que no calor do seu lar se despedem

E tristes aqueles que morrem sem ninguém!

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